Purê de Abóbora (Jerimum) – Tentação de Jerimum!

Sabe aquele famoso Purê de Abóbora (ou Jerimum – dependendo da região do Brasil que você more)? Pois então? muitos adoram.

Porém, eu adoro quando o purê fica mais salgadinho, quebrando aquele “doce” característico da abóbora. E o melhor, vamos mostrar como fazer com o passo-a-passo! (Paty – esse prato vou repetir especialmente para você)

Ingredientes:

1 kg de abóbora seca (jerimum)

1/2 xícara de azeitonas

1/2 xícara de cebola picadinha

1 dente de alho picadinho

150 gr de bacon

100 gr de queijo provolone

1 pote de cream cheese

1 vidro de leite de coco

1 tablete de caldo de carne

salsinha, cebolina, queijo parmesão, sal e pimenta do reino a gosto.

Preparando os ingredientes:

  • primeiro vamos preparar a abóbora (jerimum): lave bem a abóbora, corte em pedaços, raspe as sementes e cozinhe em água com sal (1 colher sopa – eu acho que é psicológico – pois sempre ficam doce) até que fiquem macias.

Enquanto a abóbora fica cozinhando, vamos preparar os outros ingredientes:

  • corte o bacon em cubinhos ou fatias pequenas. Aqueça uma frigideira e frite o bacon (lembre-se – não precisa de óleo – ele mesmo libera sua gordura durante a fritura). Ao final, escorra o óleo e coloquem os pedacinhos em papel absorvente.
  •  Pique a cebola e o alho (reserve). Fatie as azeitonas (reserve). Em um ralador grosso, rale o queijo provolone (reserve).

E a abóbora? Ficou pronta?

  • Ao observar que as fatias de abóbora estão prontas (bem macias), retire da água e corte a casca fora (ou raspe com uma colher) – amasse com um garfo e reserve.

Modo de preparo do purê (agora sim – fica tudo mais fácil):

1. Refogue a cebola e o alho em 1 colher de azeite (até ficarem douradinhos);

2. Adicione 1 tablete de caldo de carne (para facilitar, pré-dissolva ele em 2 colheres de água quente);
3. Adicione o bacon frito, a azeitona, a abóbora cozida e amassada, o leite de coco e o cream cheese.
4. Mexa tudo em fogo baixo, para incorporar todos os ingredientes.
5. Corrija o sal se necessário (eu usei +/- uma ponta da colher de sopa de sal).
6. Desligue o fogo.

Preparando o prato:

  1. Misture ao purê 1/2 da quantidade de queijo provolone, a salsinha e cebolinha à gosto;
  2. Coloque em uma forma (ou recipientes individuais) – que possa ir ao forno;
  3. Por cima, salpique queijo parmesão e a outra 1/2 do queijo provolone;
  4. Leve ao forno médio-alto até derreter ou dourar o queijo.

Impressões que tive desse prato:

  • Não fica doce como os purês de abóbora tradicionais;
  • O queijo provolone derrete e fica “puxa-puxa” – pecado!
  • Hipertensos devem tomar cuidado – muito sódio!

Dicas de substituições de ingredientes:

  • Se quiser um prato mais light: troque o bacon por pedacinhos de Peito de Peru Defumado; Troque o queijo provolone por queijo qualho ou mussarela de búfala;
  • Não encontrou o cream cheese? Troque por requeijão cremoso;
  • Quer uma apresentação bonita? Faça de prato a própria abóbora (para isso, compre abóboras pequenas, corte ao meio e após limpar as sementes, cozinhe elas e mantenha íntegra as cascas para serem recheadas).

Abraços, Luiz

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Anéis de Lula Empanados

Cenário: Casa de praia em Ipanema/PR

Proposta: Criar um prato livre de Glúten.

Pois é, estávamos na praia e tínhamos uma missão. Fazer alguma comidinha legal para nossa amiga Bete que não pode comer glúten. Então matutando, pensamos em empanar os anéis de lula. Mas farinha tem glúten, então usamos FUBÁ! E não é que funcionou?

Ingredientes:

300g de Fubá

1 colher de sopa de maizena

1/2 xícara de leite

1 ovo

1 sachê de tempero para peixes

Anéis de Lula

Modo de Preparo:

Corte a lula em anéis.

Faça um molhinho para temperar os anéis: Misture a maizena no leite. Acrescente o ovo e Hondashi (tempero japonês) ou sazón para peixes.

Para empanar os anéis, mergulhe-os no molhinho…

…depois passe no fubá com um pouco de sal para dar aquela empanadinha.

Em uma frigideira, aqueça bem o óleo. Quando estiver quente o suficiente, frite os anéis, olhando se está douradinho para virar e fritar o outro lado.

ps: não reparem a frigideira queimadinha. Panela de praia é assim mesmo… e daí que saem as comidas mais gostosas =D

Depois é só colocar em papel absorvente e comer ainda quentinhas para fazer croc-croc…

No fim, missão cumprida.. e a Beth ficou super feliz.

E nem preciso dizer que com uma cervejinha fica massa né? Mas essa ainda não conseguimos fazer sem glúten. A-I-N-D-A!

Idéia: Luiz Miguel

Receita: Luiz Miguel/ Patrícia Pereira

Execução: Patrícia Pereira

Cobaia satisfeita: Bete

Status: Missão cumprida

Bjus, Paty

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Caipirinha de Cerveja

Eu acho que para beber cerveja ninguém precisa de desculpa, pois existem “n” motivos e “n²” formas de beber a iguaria. Hoje o que temos é apenas mais uma forma de beber cerveja! o/

O pai do Lú gosta de pegar a latinha da cerveja, virar de cabeça para baixo, colocar sal grosso e limão e tomar… ele chama de “Tomar na Bundinha”, acho engraçado e bem gostosinho. Tira o gostinho amargo da cerveja para quem não gosta.

Já a caipirinha de cerveja, conhecemos com a Ana, a namorada do irmão do Lú. Ela que nos apresentou a preciosidade. Eu curti muito. A cerveja fica com o toquinho de limão e também perde o amargo da cerveja (mas que fique bem claro que apesar de gostar dessa forma, eu curto um lúpulo bem caprichado).

A receita não tem  medidas certinhas. Vai do gosto do “freguês”. Então vamos lá…

Caipirinha de Cerveja da Ana

Ingredientes p/ 1 copo:

1 cerveja qualquer

1 limão grande

1 dose de cachaça, vodka ou tequila

1 colher de sopa de açúcar

Sal

Gelo

Modo de preparo:

Vamos começar preparando o copo. Passe o limão na borda do copo para deixar ele úmido para receber o sal.

Agora, vire o copo e passe ele em uma porção de sal em uma superfície lisa.

Até ele ficar assim…

Em um copo separado, esprema o limão e adicione a bebida de escolha (cachaça, vodka ou tequila) e o açúcar. Misture até dissolver o açúcar.

No copo que for beber, acrescente gelo + a mistura de limão com açúcar  e complete com cerveja.

E assim fica a a caipirinha de cerveja… Lindona!

Ps: Montando o post, vendo esse limão, várias vezes fiquei salivando… e vcs? kkkk

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Bolo de Maçã

Eu sempre fiz bolos e adorava aquele ritual, primeiro o açúcar com a manteiga, espera mudar de cor. Acrescenta os ovos (porém só as gemas). Bate mais um pouco. Junta a farinha peneirada, e aos pooooucos vai colocando leite. Bate as claras em neve, e só coloca na massa depois que desliga a batedeira, pega a colher de pau e bate mais um pouco a mão. Fez bolhinhas na massa? Tá pronto! É só levar ao forno, mas ele tinha que estar pré-aquecido!!!

Porém, de um tempo para cá, estive adepta a coisas simples e rápidas e a palavra LIQUIDIFICADOR, me fazia feliz. E foi nessa época que conversando com a Vanessa, ela me falou dessa receita e disse que eu ia adorar! E sim… eu adorei.

Faz um tempão que a Vanessa me mandou a receita e mais um tempão que eu tinha feito, e tirado foto e tinha escrito no blog.. Só me faltava coragem de editar as fotos acredita? Vanessaaaa me perdoaaaa…

Na época eu aproveitei que tinha umas maçãs aqui e voi lá! Abaixo segue a receita original da Vanessa porém como estou na fase “Aveia é Vida”, fiz um acréscimo por conta e risco na farinha de trigo.

*As fotos não estão muito boas… mas enquanto não tenho uma Cannon, é isso ai mesmo. rs.

Bolo de Maçã da Vanessa

Ingredientes:
-3 ovos
- 1/2 xíxara de óleo
- 2 xícaras de maçã (media) com casca picada
- 2 xícaras de açúcar
- 3 xícaras de farinha de trigo (usei 2 xícaras de farinha e 1 xícara de aveia em flocos grossos)
- 1 colher (sopa)de fermento em pó
- 1 pitada de canela

Preparo:
No liquidificador bater os ovos, o óleo e a maçã. colocar numa tijela e acrescentar o açúcar, a farinha, o fermento e a canela; misture bem a massa (adoro o cheirinho que fica da maçã nessa hora). Colocar numa forma untada e enfarinhada, forno pre-aquecido a 180ºC por cerca de 30 min. Nessa hora vale aquele truque do palito de dente pra ver se a massa ainda tá molhada. Fica um bolão!
Espero que gostes,beijo!

Pode acreditar que adorei Vanessa! Obrigadaaaa!!! E o cafézinho.. nham nham!

E quanto a demora.. desculpa ai colega, mas “cê” entende a correria ne? Bjinhos…

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Pão do Tiago

Dia desses no Facebook tinha essa foto lindona do Tiago me matando de inveja que tinha feito pão e ele tinha ficado simplesmente assim: LINDÃO!

Não pensei duas vezes e pedi logo a receita né gente? Então ele, que está participando no processo criativo da Patt Lou’s (aqui), nos cedeu gentilmente a receita maravilhosa desse pão o qual a massa eu ja comi em forma de pizza!

Então segue a receita como Tiago me enviou:

Pão do Tiago

Rende 20 unidades de 50g

Ingredientes:
1kg de farinha de trigo
2 colheres (chá) de sal
1 colher (chá) de açúcar
30g de fermento biológico fresco
375ml de água morna
1 colher (sopa) de óleo
250 ml de água gelada
farinha de trigo para polvilhar

Modo de preparo:
Numa tigela funda, junte a farinha, o sal e o açúcar. Dissolva o fermento na água morna, acrescente o óleo e adicione os ingredientes secos.
Incorpore tudo, amassando bem.
Coloque aos poucos a água gelada, amassando a massa de forma que ela fique bem macia e elástica.
Transfira a massa para uma superfície ligeiramente polvilhada com farinha e trabalhe vigorosamente a massa usando o calcanhar da mão por cerca de 10 minutos. Se você quiser pode usar uma batedeira com um gancho para facilitar o trabalho.
Coloque novamente na tigela e deixe descansar por 30 minutos.
Divida a massa em aproximadamente 20 porções iguais e dê a elas a forma alongada do pão francês. Arrume os pães na assadeira. Cubra com um pano e deixe a massa dobrar de volume, por cerca de 1 hora.
Aqueça o forno a 220Cº. Com um estilete ou um bisturi (ou mesmo uma faca extremamente afiada!), faça um corte raso em cada pão no sentido do comprimento.
Leve ao forno por aproximadamente 45 minutos e pronto.

DICA: Na metade do tempo de assar, abra o forno e borrife os pães com água filtrada.

E ai? Lindo ou não??? Porque não tem dinheiro no mundo que pague, um pão quentinho feito em casa com uma xícara de café fresquinho… hummm….

Tiago, obrigadaaa!

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Rótulo da Patt Lou’s – Cabaret

Oi Gente! Vocês vem acompanhando a nossa produção artesanal de cerveja né? [Confecção da Patt Lou's-Cabaret (parte1) e (parte 2)]. E quem curte a nossa página no facebook, viu que demos de presente para alguns amigos queridos uma amostra da nossa cerveja e eles nos enviaram a sua opinião a respeito da Patt Lou’s -cabaret que é uma pale ale.

Eu e o Lú enviando a cerveja aos nossos amigos, sentimos falta de dar a garrafa bonitinha, do jeito que se deve ser um presente. Então com ajuda do Tiago Carvalho, um super amigão, fisioterapeuta e blogueiro que tem por hobby desenhar, resolvemos criar um rótulo para a nossa queria Patt Lou’s.

Hoje eu vim aqui para mostrar para vocês o rótulo da Patt Lou’s – Cabaret, que ainda é um rascunho, mas esperamos os comentários do vocês para saber se aprovam…

Então está ai a obra de arte.. e ai? O que acham??

*Queria ter as pernas da Patt Lou’s, só digo isso! rs

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Cerveja Caseira / Artesanal – Pale Ale – parte 2

Cerveja Artesanal ou Caseira como muitos dizem não é fácil de fazer, mas a nossa ficou uma delícia! Já tem até nome! Patt Lou’s – uma cerveja Pale Ale!

Patt Lou’s cerveja tipo Pale Ale – artesanal! Caseira!

Na nossa última postagem (Ver AQUI)  nós começamos a fazer nossa cerveja artesanal! Vamos descrever agora as etapas seguintes.

Até então citamos os processos:
- moer o malte;
- cozinhar o malte (e produzir o mosto);
- filtrar o mosto por re-circulação;
- resfriar o mosto;
- colocar o fermento e encaminhar para fermentação.

7ª etapa: Fermentação

O processo de fermentação deve ocorrer em uma temperatura favorável ao tipo de levedura utilizada. No nosso caso, utilizados o fermento Windosor Danstar, que recomenda um intervalo de 17 – 21ºC.

Impossível de manter o mosto fermentando aqui em Recife à temperatura ambiente, onde faz fácil 28ºC à noite. Então, utilizamos um freezer antigo da D. Sandra (mãe da Paty) e eu instalei um controlador de temperatura TLZ11 COEL (facilmente encontrado no Mercado Livre).

Nessa etapa, o mosto e o femento foram acondicionados em um balde alimentício devidamente higienizado com solução de Iodo 10% (utilizei 2 ml para 15 litros de água). Improvisei um escape de ar (chamado de AirLock), para que o CO2 produzido fosse eliminado, sem permitir que o O2 entre no balde. (Oxigênio nessa hora é ruim para a cerveja)

Controlador de temperatura marcando 20ºC (oscila +/- 2 graus).

Tempo de fermentação: 5  - 7 dias. Mantive os 7 dias. Basta acompanhar as bolhas no airlock e também a gravidade final que vai ficar estabilizada (as leveduras param de consumir o açúcar fermentável).

Gravidade Final: 1,022

8ª etapa: Maturação

Uma etapa interessante para produzir uma cerveja bem límpida e com sabores suaves é promover a maturação. Como fiz:

Ao final da fermentação, eu reduzi a temperatura do freezer para 5 ºC (confesso que fiquei com medo da cerveja congelar e não baixei para 1ºC como manda a teoria). Mantive por 2 dias. Então, transferi a cerveja para outro balde alimentício (mesmo rigor de higienização para evitar contaminação da cerveja). Tranferi sem agitar muito, pois grande parte do fermento precipitou e ficou no fundo do primeiro balde.

Agora, no novo balde, mantive a cerveja por mais 12 dias, completando o ciclo de 14 dias de maturação à 5ºC.

9ª etapa: Priming

Você sabe o que é priming?
Nossa cerveja já tem alcool! mas não tem gás ainda. Então, vamos calcular uma média de 6 – 8 gramas de açúcar por litro de cerveja a ser engarrafada. Esse açúcar vai servir de “alimento” para as poucas leveduras que ainda ficam na cerveja e então vamos engarrafar e tampar. Novamente ocorre um leve  processo de fermentação, com esse pouco de açúcar.

Temos então: mais CO2 e um pouco de alcool. Esse CO2 não é eliminado e se dissolve na cerveja, formando o nosso gás!

Como fazer: Calcular 8 gramas de açúcar por litro. (sobrou 15 litros de cerveja no final = 120 gramas de açúcar). Ferver um pouco de água e dissolver o açúcar. Deixar esfriar.

Fazer uma nova transferência de cerveja para um balde devidamente higienizado e acrescentar o açúcar para ele se distribuir uniformemente.

10ª etapa: engarrafamento

Ultima etapa! temos que preparar nossas garrafas e tampinhas. Elas devem ser lavadas, enxaguadas e colocadas em imersão por 15 minutos na solução de Iodo (2 ml para 15 litros de água).

Garrafas: a difícil tarefa é encontrar garrafas. Então, compramos cerveja por aí… tomamos e guardamos as garrafas! Tem garrafa sobrando aí? Por que não fazem uma doação para nós!!!!

Para engarrafar, adaptamos uma torneira e um cano nos baldes alimentícios (também higienizado). Enchemos as garrafas até uns 4-5 cm do total e tampamos com tampinhas metálicas novas.

Agora é só aguardar 7-10 dias (as vezes até uns 15 dias) para produzir o gás. A nossa ficou 7 dias e já tinha bastante gás.

E agora é só aproveitar!!!

Ficou saborosa! Um aroma frutado equilibrado e pouco amargor! Eu adorei a cerveja que fizemos!!!

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Paella! só com frutos do mar

Acho que a gente tinha dois anos de namoro quando eu falei para o Lú que morria de vontade de comer Paella. Na época não conhecíamos nenhum restaurante em Recife que vendesse. Não demorou muito e o Lú me chamou para comer na casa dele.

Advinha o que ele tinha feito para o almoço? P-A-E-L-L-A! Namorado mais fofo não existe!

E foi com esse gostinho nostálgico que eu comi a paella que o Lú preparou para a família dele na praia. E digo a vocês: Paella é coisa de Deus viu! Eu cresci perto do mar com meu pai pescando… então tudo que vem dele para mim é sagrado.

Então aprecia ai essa magia que o mar oferece para a gente (se bem que os ingredientes a gente comprou, rs) e com uma simples mistura de temperos nasce essa magia!

Paella por Luiz Miguel

Ingredientes

Anéis de lula, Mexilhões, Mariscos, Camarão, Polvo (aproximadamente 200 gr de cada)

Azeite

Hondashi (tempero oriental sabor peixe) – 1 envelope

Açafrão (cúrcuma) – 1 colher de sopa bem cheia

Sazón (o que preferir) – utilizamos 2 saquinhos

Sal à gosto

Arroz (de acordo com a quantidade de  pessoas) – utilizamos 3 copos americanos

1 frigideira grande (na falta de uma paellera)

Água fervendo (o suficiente para cobrir os frutos do mar)

**Quantidades no olhômetro! I’m sorry.

Anéis de Lula (mamãe não curtiu)

Mexilhões

Modo de Preparo:

Aqueça a frigideira com um fio de azeite. Coloque todos os frutos do mar e acrescente os temperos. Refogue.

Depois de refogado, acrescente o arroz cru e refogue mais um pouco.

Após isso, acrescente água até cobrir tudo. Espere 5 minutos e experimente o caldo para poder corrigir o sal. Tampe a frigideira (se possível) e espere o arroz cozinhar. Caso seque antes de arroz cozinhar, vá adicionando água.

Arroz cozido? Agora é só esperar secar e mergulhar nesse mar que é a Paella.

Para fazer uma gracinha, o Lú enfeitou com camarões grandes e fritos no azeite e alho.

Simples né? E impressiona.

Sim, me impressionou! =)

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O que rolou no seu Ano Novo? Nós fomos de Tender!

Oieeee. Esta receita era para ter sido atualizada assim que foi feita. Porém, estávamos de mini-férias na praia. Dessa vez a praia escolhida foi Ipanema – Paraná, a casa dos pais do Lú. E rolou de tudo por lá, tanto é que estou com receitas para o mês inteiro. E quando eu digo que rolou de tudo é por que tínhamos várias cabeças pensantes na cozinha e saiu de bolo de milho a sushi. Porém desta vez eu fui só a fotografa! o/

E como tinha muita gente para cozinhar, o negocio era impressionar. Então o Lú foi de Tender. Ok, a receita não tem dificuldade nenhuma. Na verdade nem chega a ser uma receita. Mas diz para mim se não ficou linda essa apresentação?

Não tem muito segredo não. Tanto é que não fui eu quem fiz mas explicarei o processo.

Ingredientes: 

1 Tender (de qualquer tamanho)

Modo de Enfeita-lo:

Com uma faca, faça linha superficiais  diagonais no tender. São dois sentidos: Da esquerda para a direita e da direita para a esquerda. Você vai perceber que se formarão quadradinhos.

No vértice de cada quadradinho, coloque um cravo.

Para dar aquela douradinha, derrame um pouco de glucose de milho (Mel Karo) ou mel de abelha mesmo.

O tempo de preparo: 

O tempo que devemos deixar no forno é apenas para aquecê-lo e dar uma dourada. O Lú deixou cerca de 30 minutos em forno com fogo médio.

Ahhhh… ele fez um molho para regar no prato:

Molho:
02 copos de água;
6 colheres  bem cheias de Glucose de Milho
10 cravos
Ferver tudo para aromatizar com o cravo! Servir à mesa em uma molheira para regar o tender no prato após fatiado!

Agora basta enfeitar em um prato com uma farofa e pronto! em menos de 1 hora você tem um prato de impressionar todo mundo!

 

 

E o que rolou no seu Ano Novo?

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Cebola frita “estilo Outback”:Blooming Onion

Tenho certeza que, se alguém já visitou algum restaurante da linha “Outback”, certamente já comeu a famosa Blooming Onion! Se não comeu ainda, confia na gente e faz em casa…

Detalhe para o copinho de cerveja do Lú! Alguém ai quer tomar na “bundinha”???

Pois então, segue no blog a nossa receita adaptada com a receita do nosso “new gadget”. Conseguimos essa preciosidade na nossa viagem aos EUA,  que vai ajudar e muito na estética (wow! É um Cortador de Cebolas!!!).

Os ingredientes:

- 01 cebola grande (não precisa de cebola especial, mas quanto maior, mais fácil)
- 1 xícara de farinha de trigo
- 1 xícara de  fubá
- 1 colher de sopa de sal
- 1 colher de sopa de pimenta do reino
- 1 colher de sopa de páprica picante
- cerveja sem gás para ajudar a empanar.

- água quente
- água gelada
- óleo para fritar

Modo de preparo:

- corte uma “tampa” na cebola. Corte apenas a parte superior. Então descasque as folhas queimadas da cebola.

- coloque no cortador e fatie a cebola.

Se não tiver um cortador, faça o seguinte:

“corte a tampa da cebola, corte  a cebola em 4 partes, sem cortar até o final da cebola . Depois vá cortando intercalando os pedaços até atingir 16 pedaços”

O cortador apenas ajuda as fatias ficarem simétricas e evita que cortemos até o final a cebola!

- coloque a cebola  em água fervente por 1 min ou até amolecer um pouco as pétalas. Retire.


- coloque a cebola agora em água gelada por 1 min. Retire. Ajude com as mãos para separar bem as pétalas.

- Deixe escorrer bem a água.

- Coloque um garfo espetado na parte de baixo da cebola e mergulhe ela em cerveja sem gás (se não, vai fazer espuma e vai atrapalhar).
- polvilhe então a mistura de farinha e temperos. Auxilie com as mãos para que a farinha empane as pétalas separadamente. Bata o excesso.

- frite a cebola virada para baixo, com óleo suficiente para cobrir a cebola.

Quando ficar dourada. Retire o garfo. Corte o miolo e coloque alí uma tigelinha com um molho especial. Pode ser rosé, ketchup ou mostarda como eu fiz!

Sirva com uma cerveja gelada! Quer fazer a sua própria cerveja? Vem com a gente!!! Olha o que a gente aprontou (aqui)…

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Harmonização:  Eisenbahn de trigo.

Fatiador de cebola: Loja japonesa dentro do Jersey Gardens em New Jersey

 

 

 

 

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